
Preservação do SARAH Centro é premiada
O Hospital SARAH Brasília Centro foi reconhecido pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal por sua qualidade de projeto, boa conservação e contribuição para a história da arquitetura.

O Hospital SARAH Brasília Centro foi reconhecido pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal por sua qualidade de projeto, boa conservação e contribuição para a história da arquitetura.

O portal de notícias Metrópoles alertou que a queda na cobertura vacinal pode trazer o poliovírus, causador da paralisia infantil, de volta ao Brasil, destacando a história de três pacientes tratados no SARAH Brasília.

Dra. Lúcia Willadino Braga recebeu a Ordem do Mérito da Defesa, na sede do Ministério da Defesa. Segundo o ministério, essa comenda é concedida a personalidades que prestaram relevantes serviços às Forças Armadas.

A TV Globo Brasília noticiou que o prédio do Hospital SARAH Brasília Centro está concorrendo ao Selo do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal, que premia a conservação do projeto original.

Reportagem mostrou que insegurança alimentar grave aflige até mesmo os alunos das escolas públicas do DF. Fome infantil pode causar dano neurológico permanente, alertou Dra. Lúcia Willadino Braga.

Para marcar a Semana Nacional do Trânsito, a TV Brasil preparou uma série de reportagens, com depoimentos de especialista e pacientes da Rede SARAH, sobre boas práticas e desafios do trânsito brasileiro.

O Correio Braziliense repercutiu alerta dos especialistas em ortopedia infantil da Rede SARAH sobre variações da normalidade nos membros inferiores de crianças, especialmente antes dos 18 meses de idade.

Projeto da Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação que ajuda, ludicamente, crianças a evitarem o medo de cirurgias ou de certos procedimentos ortopédicos foi destaque do portal de notícias Metrópoles.

Durante apresentação no Teatro SARAH, que teve ampla repercussão na mídia, Caetano Veloso referiu-se à Rede como “sintoma bom do Brasil” e “esboço do Brasil que a gente quer que seja”.

Estudo liderado pela neurocientista Lúcia Willadino Braga mostra que algumas sequelas surgidas semanas ou meses após a infecção por Covid-19 afetam desproporcionalmente mais as mulheres.